O Open Banking muda as regras do jogo, aumentando a competitividade e forçando o pensamento digital. O Low-Code é a solução para enfrentá-lo

A restrição ao acesso a dados ou sistemas terminou no Brasil com a chegada do Open Banking, modelo que permite a troca de dados e serviços bancários com autorização de clientes entre instituições financeiras por meio da integração de plataformas e infraestruturas tecnológicas.

Com essa nova regulamentação, o open banking brasileiro espera aumentar a eficiência, competitividade e transparência dos dados, em um período de implementação que estará disponível de novembro de 2020 a outubro de 2021.

Dessa forma, o novo ecossistema bancário precisará repensar sua participação no mercado, priorizando inovação, agilidade e flexibilidade sobre a concorrência.

Como se ainda não estivesse claro, a principal vantagem do open banking para os bancos é que eles agora terão uma visão muito mais clara das atividades financeiras dos clientes atuais e também potenciais a partir de dados como saldos bancários, receitas, despesas reais e muito mais.

Essas informações estarão disponíveis instantaneamente; e a um custo muito menor do que o tradicional.

Imersa no novo contexto, a tecnologia será uma ferramenta chave de adaptação.

Low-Code: Parceiro ideal do Open Banking

Com o Open Banking, a padronização das conexões, por meio de interfaces de programação de aplicativos (APIs), simplifica a portabilidade de dados e é uma das bases mais importantes do assunto. Agora, qual é a utilidade da plataforma Low-Code neste contexto?

“Uma plataforma Low-Code, como a da VeriTran, é super útil porque, uma vez que se possuem os caminhos de conectividade armados, esse tipo de plataforma permite que você construa aplicativos e funcionalidades rapidamente para poder explorar todo esse caminho de abertura bancária,” diz Wagner Gomes Martin, diretor de desenvolvimento de negócios da VeriTran no Brasil.

Além disso, uma plataforma de APIs Low-Code reduz a carga operacional da equipe responsável, para que ela possa se concentrar nas regras de negócios (neste caso, open banking) que precisam ser implementadas.

Segurança e agilidade em um ecossistema dinâmico

Embora as APIs sejam uma parte central para que as  transações possam ser autenticadas ou o que for necessário, ainda mais importante são os recursos que podem ser transportados para os dispositivos que estão nas mãos dos clientes.

Entre eles está a segurança nos aplicativos.  Para isso, o soft token e a biometria no dispositivo permitem garantir que a transmissão de informações de dados esteja sendo feita de forma segura.

“Na VeriTran temos uma funcionalidade chamada Xpress Plug, um pequeno software que é colocado dentro de aplicativos móveis existentes sem ter que programar para adicionar algumas funções de segurança como as anteriormente nomeadas e que garante que a segurança da transação não seja violada e não possa haver hacking”, explica Gomes Martin.

Um último ponto a ser lembrado é que a promoção de dados compartilhados visa a alcançar a interoperabilidade bancária no País, bem como uma interconexão entre instituições financeiras e nacionais, e também é aí que reside a importância de contar com uma plataforma API Low-Code.

Com a implementação antecipada de uma plataforma Low-Code será muito mais prático acessar padrões de segurança de open banking e dados cibernéticos que seguem práticas internacionais.

O lançamento do Open Banking no Brasil é o primeiro passo de um enorme impulso tecnológico, bem como a tão esperada inclusão financeira nacional para um futuro de processos internacionais. Com o desenvolvimento de Low-Code, os bancos podem aproveitar ao máximo as novas regras com serviços digitais modernos e seguros.

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