A Internet das Coisas é uma tendência fundamental a ser considerada ao renovar e evoluir o aplicativo da sua empresa

Está se tornando cada vez mais comum ver os consumidores comprando e usando dispositivos conectados, como sistemas de segurança e dispositivos domésticos inteligentes. Essa tendência para a Internet das Coisas (IoT, em inglês) é fundamental quando se considera a renovação e evolução do app da sua empresa.

Portanto, a partir do momento em que você conceituar a entrada do seu app para o mundo IoT, você deve levar em conta vários pontos importantes, como experiência do usuário, segurança e velocidade.

UX como ponto de partida  

Dizem que boas experiências estão em uma experiência do usuário (UX, em inglês) bem-sucedida. No caso de uma UX para aplicativos de IoT, a experiência do aplicativo não se concentrará apenas no app, mas também no sistema conectado, o que pode afetar sua adoção.

Em relação a este primeiro passo, o maior problema gira em torno do conceito estendido de que a UX é apenas para design ou usabilidade, quando a realidade é completamente diferente.

A experiência do usuário é como uma obra de arte que engloba muitas técnicas ou ferramentas. Uma das principais é a arquitetura da informação, que nos orienta na maneira como vamos organizar as informações e depois expô-las. Por isso, as opções são infinitas, se sua empresa quiser priorizar as “preferências” de opções, ou se pretende ordená-las hierarquicamente.

Além disso, deve-se considerar que os sistemas IoT são multicomponentes, por isso, incluem vários dispositivos com diferentes interfaces. Portanto, o design abrange um enfoque integral no qual convergem experiências na web, app e wearables.

Outro ponto importante é a capacidade remota do aplicativo para um sistema IoT. Um bom UX nessa área simplificará a vida útil do usuário final, gerando acesso rápido ao produto e garantindo sua utilidade. Além disso, uma interface simples permitirá um desenvolvimento fácil de aprendizagem e configuração rápida.

Segurança, sempre uma prioridade  

Nos últimos anos, um termo muito interessante foi estendido sobre segurança no desenvolvimento de apps para IoT, conhecido como Secure by design, que envolve projetar um aplicativo com segurança em mente.

Como aponta Yaima Valdivia, especialista em desenvolvimento de software de apps IoT, “a coisa mais importante sobre um aplicativo IoT é saber como a segurança será gerenciada”, sempre considerando que os dispositivos incorporados são altamente vulneráveis.

Ao baixar o aplicativo, deve haver uma confiança intrínseca que não pode ser violada.

Além das informações do usuário, que tem valor ético no negócio, está a proteção de dados e a autenticação do usuário.

O mais importante a considerar a esse respeito é que a rede de dispositivos e servidores web na IoT deve agir em nome do usuário, sem que tenha que autenticar repetidamente. Isso ocorre porque é complicado fazer o usuário se validar em cada um dos dispositivos conectados, portanto, um token ou autenticação biométrica seria a maneira mais fácil de reconhecer sua identidade.

Graças a essas soluções, no momento da conexão há uma verificação ou uma série de etapas que permitem validar que você é um usuário confiável. Dessa forma, o aplicativo proporciona segurança ao cliente e aumenta sua confiança no produto, enquanto a empresa evita a vulnerabilidade de dados ou informações confidenciais.

Velocidade: ainda mais importante em um mundo conectado

Além da acessibilidade, Valdivia afirma que, entre os aspectos mais valorizados de um aplicativo, está a velocidade das operações.

“Os apps de ambiente IoT têm informações de leitura constantes e os sensores enviam muitas informações por segundo. Então, quando os clusters de informação estão preenchidos, o tempo defasa e nos dispositivos conectados é essencial: ninguém quer que seja enviado um alerta 30 segundos após o evento em questão,” ressalta a especialista.

Ela diz que, para isso, também influencia a capacidade do back-end, que deve considerar como o aplicativo foi projetado e como ocorreu o desenho e a distribuição do banco de dados.

“Para cada usuário isso é essencial, pois a pessoas querem interagir com algo que leva apenas alguns segundos. O usuário confia mais em um produto que vê que funciona mais rápido, porque senão ele vai sair da plataforma,” finalizou Valdivia.

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